“O homem de sucesso é o que viveu bem, riu muitas vezes e amou bastante; que conquistou o respeito dos homens inteligentes e o amor das crianças; que galgou uma posição respeitada e cumpriu suas tarefas; que deixou este mundo melhor do que encontrou, ao contribuir com uma flor mais bonita, um poema perfeito ou uma alma resgatada; que jamais deixou de apreciar a beleza do mundo ou falhou em expressá-la; que buscou o melhor nos outros e deu o melhor de si." Robert Louis Stevenson

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Sem Reserva ...


Diante do fracasso da preguiça alheia, surgem lacunas pelas promessas não cumpridas. Prefiro ocupar os espaços vazios com muito trabalho, na esperança de que as pessoas acordem e vejam que o bastão da mudança está com elas e não com os outros. Que a mudança é hoje e não depois de amanhã.
A crítica se autodestrói e não se sustenta no tempo, mas o dever cumprido é uma pedra instransponível no tempo e no espaço.   Carlos Brito

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Balança e Espada da Justiça


Dia do Professor

Neste DIA DO PROFESSOR, deixo minha homenagem a todos mestres que ajudaram na minha formação.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento....

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO

O assédio moral nas relações de trabalho revela-se um problema sério na sociedade hodierna, não se restringindo apenas à iniciativa privada, mas, sobretudo, no setor público. E deriva de diversos fatores como o modelo atual de organização do trabalho, predatório que visa a produção e o lucro, caracterizada pela competição agressiva, egoísmo e opressão.
A exteriorização do assédio moral pode ocorrer através de condutas abusivas e constrangedoras, humilhações, ironias, difamações, risos, piadas jocosas, ignorar a presença ou a manifestação da pessoa, perseguições ou isolamentos. A humilhação constitui um risco invisível, porém concreto nas relações de trabalho. Sua reposição se opera de forma volúvel em práticas arrogantes das relações autoritárias na empresa e na sociedade.
O assédio moral no trabalho é deveras degradante ao ambiente de trabalho e, por efeito, a própria organização, posto que desencadeia um desequilíbrio psicológico e repercute negativamente nas relações, unindo dois fenômenos, onde o abuso de poder rapidamente é desmascarado, bem como a manipulação perversa que instala-se de forma insidiosa, mas não menos devastadora que o abuso de poder.
E no setor público o assédio é mais acentuado, pois as pessoas não são demitidas de forma imediata e, portanto, os métodos são mais danosos e podem perdurar anos. Nota-se que o assédio não está relacionado a resultados ou produtividade, mas às disputas de poder. Neste caso, o assédio está atrelado ao autoritarismo, a inveja e cobiça que levam os sujeitos a quererem controlar um ao outro. Se a organização é transparente e sólida, os desmandos das pessoas são controlados e os abusos punidos e não disfarçados com conversas e mediações vazias. Mas a Administração pública é uma máquina complexa, na qual as responsabilidades estão diluídas.
Ainda, é importante considerar que o assédio moral no setor público apresenta formas diferentes da esfera privada, em função da garantia da estabilidade. Bem como, por despreparo de superiores que decidem sobre a orientação dos funcionários antes mesmo de os conhecerem e saberem de sua realidade de trabalho. Em outros casos, há ambientes carregados de situações perversas, onde uma pessoa ou grupo fazem verdadeiros plantões de assédio moral para evitar ou inibir reclamações ou conflitos com a hierarquia.
Não existem mais perversos no setor público do que no privado, mas naquele as vítimas precisam percorrer um caminho tortuoso, onde, em caso de dificuldade com o superior imediato, a vítima tem que cumprir procedimentos burocráticos só para conseguir ser ouvido seu ponto de vista.
O administrador deve combater o assédio moral, devendo sempre manter a comunicação, cooperação, proteção do bem-estar e contra possíveis retaliações e perseguições, assistência e manter a imparcialidade quando há situações de disciplina e conflito. Também deve se preocupar com as pessoas da mesma maneira que se importa com os números e prevenir o assédio pela solidarização do ambiente de trabalho.
Destarte, as empresas ou organizações públicas devem inspirar o diálogo, educar as pessoas para dirigirem outras pessoas. Não deve impor moral aos seus membros, mas estabelecer limites. Competição, superioridade e poder sobre o outro é injusto e arbitrário, deve ser substituído pela habilidade de liderar e influenciar pessoas no trabalho.
Carlos Brito

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O discurso político

 Algumas contribuições trágicas não trazem consigo a razão necessária a qualquer proposta. Aqueles que abrem mão dos limites morais, enterram a prudência.
E a tentação do pensamento superior pela excessiva necessidade de acusar e desmerecer o adversário político, a força das palavras são demasiadamente fracas e terminam por torturar os ouvidos daqueles que se prestam a ouvir.
É deveras raro ouvir alguém que tenha apenas propostas com novidades para a polí
tica, que resista aos pensamentos soberbos de que somente ele tem condições de ultrapassar os problemas sociais.
Carlos Brito

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014