“O homem de sucesso é o que viveu bem, riu muitas vezes e amou bastante; que conquistou o respeito dos homens inteligentes e o amor das crianças; que galgou uma posição respeitada e cumpriu suas tarefas; que deixou este mundo melhor do que encontrou, ao contribuir com uma flor mais bonita, um poema perfeito ou uma alma resgatada; que jamais deixou de apreciar a beleza do mundo ou falhou em expressá-la; que buscou o melhor nos outros e deu o melhor de si." Robert Louis Stevenson

terça-feira, 25 de agosto de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

É Justo?

Trabalhamos 5 meses para sustentar uma máquina pública que é ineficiente, incompetente e que foge às suas responsabilidades. O outros 7 meses do ano gastamos tentando recuperar os prejuízos de uma enchente já anunciada e previsível. Quem decide errado está no seco e aquecido, não mora no meio da vila onde a água não perdoa.
Não é tão somente os móveis, utensílios, roupas ou o negócio que dá o sustento da família e empregos, são lembranças e valores sentimentais se desmanchando em meio às águas do arroio e das lágrimas de idosos, crianças e dos desesperados que perderam o nada, já que as outras enchentes já haviam levado tudo. 
Só quem passa por esse pesadelo sabe, é muito triste ver a sua dignidade e da sua família sendo levada pelas correntezas das águas mal planejadas ...
Não é só injusto, é triste, é lamentável ... é desumano!!
Carlos Brito

sexta-feira, 19 de junho de 2015

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Sobre o Sentido da Vida ...

"Você não pode fazer nada sobre o comprimento da sua vida, mas você pode fazer algo sobre sua largura e profundidade."       (Evan Esar)

terça-feira, 9 de junho de 2015

JUSTA HOMENAGEM

Em Jesuralém, Joaquim Barbosa recebeu homenagens por sua postura ética e combate a corrupção. No Brasil, a regra é prestar homenagens a corruptos e incompetentes.

Terceirização: Legalização do Ilegal?

O Projeto de Lei 4330 já encaminhado ao Senado Federal é corolário de uma base articulada para aumentar a precarização do trabalho, deformador de conquistas trabalhistas e que, se aprovado, servirá de instrumento de desmonte dos direitos trabalhistas.
O projeto prevê a liberação e legalização da cascata de subcontratação, o que é combatido intensamente pelo Ministério do Trabalho por servir de alça à burla da legislação trabalhista, pois fomenta a espoliação dos direitos dos trabalhadores que muitas das vezes se dá pela redução dos salários e direitos adquiridos, aumento dos acidentes de trabalho por falha ou omissão na fiscalização, também pelo fato de a terceirização representar um facilitador de fraudes trabalhistas. Além disso, um dos efeitos políticos da terceirização é a fragmentação dos coletivos de trabalho. Fraciona e discrimina, cria trabalhadores de 1ª e 2ª categoria, contudo, representará benefícios ao empresariado e nenhuma vantagem ao trabalhador.
Podemos salientar, ainda, que o projeto retira a responsabilidade solidária da empresa tomadora dos serviços, passando a ser subsidiária, incidindo o código civil, ou seja, quando a empresa deixar de cumprir suas obrigações, o problema será discutido no âmbito da Justiça Comum, e não mais na Justiça do Trabalho. Não podemos nos iludir, se aprovado o PL 4330, será o tiro de misericórdia nos direitos trabalhistas.
A terceirização, no caso do Brasil, com “DNA explorador” que historicamente usa a lógica da “Casa Grande e Senzala” é um dos traços da modernidade catastrófica que submete o trabalhador ao rebaixamento civilizatório. Se o custo de produção do trabalho de um escravo fosse menor do que o custo de um trabalhador terceirizado, com certeza algum deputado já teria proposto um PL abolindo a Lei Áurea.
A proposta do PL da terceirização encontrou amplo terreno fértil em face do apeamento de lideranças sindicais com inserções de interesses ocultos ou alheios as necessidades dos trabalhadores, também pela acomodação em um modelo de sindicalismo de gabinete que deixou de lado uma série de reivindicações históricas dos trabalhadores para dar lugar a mesa de negócios. Bem como, pelo fato de grande parte dos trabalhadores terem embarcado numa ideologia vazia defendida por bajuladores que “usam” os sindicatos para negociar cargos com os governos.

Carlos Brito

CONTROLE SOCIAL PRA QUE?

“Queremos nos livrar dos controles, nos mantermos independentes, determinarmos, nós mesmos, o conteúdo e a forma da nossa produção! Nós somos imorais. Quem se assimila pode, ao contrário, pelo menos de vez em quando, ser extravagante, até mesmo na política”. (Carta de Horkheimer a Adorno, 1941).
A identidade do controle social deve ser sólida, sempre trazendo consigo o interesse público imediato. O controle social através dos Conselhos não se trata de mera cortesia por parte do Estado, mas sim de parte fundamental e indissociável do Estado de Direito, pois sem esse contrabalanço não se pode falar em materialização da Democracia.
Foi criado pela necessidade da população ter voz e participação nas decisões políticas, bem como, para dar legitimidade e representatividade política à cidadania.
Do ponto de vista teórico e político, o controle social pode ser abordado sob diferentes primas. Nas sociedades modernas e contemporâneas este debate está presente sob duas perspectivas polares: uma, relacionada ao controle que o Estado exerce sobre os cidadãos; a outra, diz respeito ao controle que os cidadãos exercem sobre o Estado. Este debate integra o próprio processo de fundamentação do Estado moderno.
Mas, afinal, o que é Controle Social? São as ações desenvolvidas pela sociedade civil organizada que tem por objetivo: fiscalizar, monitorar e avaliar as condições em que a política pública está sendo desenvolvida (fiscalizar e avaliar a qualidade das ações; a aplicação de recursos públicos e o resultado das ações na vida dos assistidos). Também é a influência que a sociedade civil exerce na formação da agenda governamental na definição das prioridades. E quais os objetivos do Controle Social? É a possibilidade do envolvimento da sociedade nos assuntos do governo, com vistas a evitar o isolamento autoritário dos governos que se incomodam em prestar contas a sociedade das suas ações.
É também objetivo do controle social tornar o governo mais público e a sociedade civil mais participativa e cooperativa, visando o zelo na utilização dos recursos públicos, considerando que são recursos da sociedade pagos direta ou indiretamente através das várias modalidades de impostos e que, portanto, devem retornar à sociedade em forma de serviços que atendam o interesse público, destarte, democratizar a gestão das políticas públicas.
O controle social do poder político do Estado é direito individual e coletivo dos cidadãos. A participação popular e o controle social são direitos fundamentais da pessoa humana, são direitos constitucionais porque estão positivados na Constituição. O controle social é uma prerrogativa da sociedade civil e deve ser exercida com responsabilidade por todos, pois funciona como mecanismo de legitimidade social.
Carlos Brito

sábado, 18 de abril de 2015

domingo, 12 de abril de 2015

Memória Intacta

O patrimônio do homem mediano é a memória, se ele a manter intacta (sem interesses) ele saberá sempre decidir com justeza.  Carlos Brito